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PARA LEITURA - A CARTOMANTE (NÃO LER)

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Leitura e Produção Textual ATENÇÃO - só leitura. Não precisa copiar A Cartomante          Machado de Assis Hamlet observa a Horácio que há mais cousas no céu e na terra do que sonha a nossa filosofia. Era a mesma explicação que dava a bela Rita ao moço Camilo, numa sexta-feira de novembro de 1869, quando este ria dela, por ter ido na véspera consultar uma cartomante; a diferença é que o fazia por outras palavras. — Ria, ria. Os homens são assim; não acreditam em nada. Pois saiba que fui, e que ela adivinhou o motivo da consulta, antes mesmo que eu lhe dissesse o que era. Apenas começou a botar as cartas, disse-me: "A senhora gosta de uma pessoa..." Confessei que sim, e então ela continuou a botar as cartas, combinou-as, e no fim declarou-me que eu tinha medo de que você me esquecesse, mas que não era verdade... — Errou! interrompeu Camilo, rindo. — Não diga isso, Camilo. Se você soubesse como eu tenho andado, por sua causa. Você ...

RELEITURA

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2ª  Série EM   PRODUÇÃO TEXTUAL - CONTEÚDO DOIS    Releitura Releitura não é cópia. Na cópia reproduz-se com fidelidade a obra de um artista. Na releitura apresenta-se aquilo que se entendeu da obra , produzindo um texto/objeto novo, a partir do primeiro que foi proposto, mas sem preocupação com semelhanças. É um processo que envolve a absorção de algo anterior de forma a recriá-lo, reinventá-lo, transformá-lo. A releitura pode ser feita tanto em relação ao texto literário, como em relação às outras artes. Envolve criatividade e imaginação, sem deixar de lado a leitura e o reconhecimento dos recursos artísticos empregados. Exemplo de releitura - No filme “O casamento de Romeu e Julieta” (Brasil, 2005), Alfredo Baragatti (Luís Gustavo) é um advogado descendente de italianos, que é palmeirense roxo e membro do Conselho Deliberativo do clube. Alfredo criou sua Julieta (Luana Piovani) para ser como ele, mais uma apaixonada pelo Pa...
LITERATURA   Aula oito PROSA ROMÂNTICA Enquanto isso, na prosa romântica, iniciava-se, de fato, a produção de prosa literária no Brasil. Neste campo, o romantismo se dividiu por tendências, sendo elas: Romance Urbano - ligava-se à vida social, principalmente no Rio de Janeiro, descrevendo os tipos humanos encontrados naquela sociedade. Romance Regionalista (sertanejo) - demonstrava atração pelo pitoresco e tinha como principal característica a retratação da vida no interior do Brasil, seus hábitos, seu modo de falar, etc. Romance Histórico - tratou-se de uma revalorização do passado, trazendo ao romance personagens da nossa história, retratando-os de modo nacionalista. Romance Indianista - por fim, porém não menos importante, há o romance indianista, que teve como maior representante o romancista José de Alencar, e como característica a idealização do ínidio, como herói brasileiro, nobre e valente. Já em relação aos aspectos formais, a lite...
LITERATURA   Aula sete POESIA ROMÂNTICA Na poesia, a obra que marca o início das produções românticas é “Suspiros Poéticos e Saudades”, de Gonçalves de Magalhães. A poesia romântica é dividida em 3 gerações: Primeira Geração : Nacionalismo - influenciada pela Independência do Brasil, a poesia buscava a identificação do país com suas raízes históricas, linguísticas e culturais. O desejo era o de construir uma arte brasileira, livre da influência de Portugal, e o sentimento era de nacionalidade, resgatando elementos da história do país. Foi fortemente marcada pelo indianismo e trazia à toda elementos da natureza (flora e fauna) brasileiros. O índio era exaltado como herói, pois representava o povo brasileiro, e o Brasil em sua essência. Segunda Geração: Mal do Século - Neste período, que se iniciou por volta de 1850, a poesia vinha de encontro às ideias e temáticas da geração anterior: o eu-lírico volta-se mais para si e afasta-se da realidade social à sua v...
GRAMÁTICA 3º ANO - EM CONTEÚDO DOIS – 1º Bimestre Porque, porquê, por que e por quê A língua portuguesa possui quatro formas de expressar os seus porquês e todas elas estão corretas.   O que devemos atentar é quando e onde usá-las. Porque (junto e sem acento) - é usado principalmente em respostas e em explicações. Indica a causa ou a explicação de alguma coisa. Pode ser substituído por: pois; visto que; uma vez que; por causa de que; dado que Exemplo: Não foi à escola PORQUE estava cansado. (Não foi à escola POIS estava cansado). Explicação gramatical - Porque é uma conjunção subordinativa causal ou explicativa, unindo duas orações que dependem uma da outra para ter sentido completo. Por que (separado e sem acento) - usado para introduzir uma pergunta ou para estabelecer uma relação com um termo anterior da oração. Pode ser substituído por: Por qual motivo; por qual motivo; por que razão; por qual razão. Exemplos : POR QUE você nã...
GRAMÁTICA 3º ANO - EM EXERCÍCIOS I – 1º Bimestre Questão 1 Assinale a única alternativa que possui um aposto enumerativo: a) (    ) O professor de matemática tornou-se referência para a escola. b) (    ) Três coisas são fundamentais nos estudos: organização, disciplina e compromisso. c) (    ) Ambos são excelentes jogadores, um na defesa e o outro no ataque. d) (    ) O sol, farol resplandescente, ressurgia através das nuvens . Questão 2 Destaque o aposto de cada oração a seguir: a) Esse era seu maior medo: que não voltasse para casa. b) Iracema, virgem dos lábios de mel, é a visão do índio pelo Romantismo. c) Necessitaremos dos seguintes equipamentos: corda, serrote e escada. d) Pop, sertanejo e rock, esses estilos são muito tocados na rádio da cidade. e) Grande parte da floresta amazônica, a maior floresta tropical do mundo, está situada na região norte do Brasil. Questão 3 Classifique os apost...